Archive for Março, 2007

Estranhas coincidências


No ar, a nova propaganda do novo Palio. Para mim, a fonte utilizada se parece muito com a do jogo “Midnight Club – Dub Edition”, do Playstation 2. Acima, uma pequena amostragem das coincidências, que ficam bem mais claras no comercial da TV. Além do tom prateado, são exibidos, no final da propaganda, três carros correndo lado a lado (e ainda aparecem “1”, “2” e “3” acima de cada carro). É nesse ponto que tudo fica mais parecido. E polêmico. No jogo em questão há pegas nas ruas. Se a idéia foi associar o lançamento do carro a um jogo de corrida, nada mais inapropriado.

Vídeos
Já que a MTV deu uma esnobada nos clipes, eis aqui uma parada de vídeos. Antes, uma boa dica. No site SoundsLike você digita o nome de uma banda e ele retorna a você vídeos no YouTube, músicas para ouvir e outros grupos que tenham um som parecido.

Simian Mobile Disco - Hustler
[Começa com um brincadeira de telefone sem fio e depois…]
Arctic Monkeys- Leave Before The Lights Come On
[O grupo já está com vídeo novo, mas esse vale principalmente pelo final]
Bonde Do Role - Solta O Frango
[Tosco]
Gossip - Listen Up!
[O clipe em si não tem nada de demais, vale mesmo pela música]

Hype!
Voltando aos jogos. “Guitar Hero” está em todo lugar. No seriado “Veronica Mars” (canal TNT), vi dia desses a personagem principal perguntar para um colega o que ele havia feito depois de jogar “Guitar Hero”. Na MTV, ao ser perguntado qual o seu jogo predileto, João Gordo afirmou que era “Guitar Hero”. E, em matéria publicada na Rolling Stone brasileira sobre o Panic At the Disco, um integrante afirma que aprendeu a tocar uma certa música através do jogo.

Para quem não tem PS2, há um genérico do jogo para PC. Trata-se de “Frets on Fire”. Para simular a guitarra, você terá de utilizar as teclas de F1 a F4. O jogo, que é gratuito, tem 30 Mbytes e pode ser baixado aqui.

Sandálias da humildade
O RPM nunca fez lá minha cabeça, mas vale a pena dar uma lida nessa entrevista de Paulo Ricardo. Poucas vezes vi um artista fazer uma autocrítica tão contundente de seu trabalho, expondo seus erros de forma tão clara. Num meio em que tanta gente “se acha”, esse texto vira leitura obrigatória.

Citação
“O punk não morre. Aqui vai uma imagem: você está sentado na beira de um rio, vendo o fluxo, e percebe que, num ponto do seu curso, a água fica agitada porque está passando por cima de uma pedra. O rio é calmo, mas nesse ponto, borbulha e esguicha. Isto é punk rock. Enquanto houver mainstream, haverá underground. A coisa pode mudar de nome, mas nunca morre”. (Ian MacKaye, ex-Fugazi)

Por e-mail
Oi cara,
Hj eh o meu aniversário e to mandando esse mail para te dar oportunidade de vc mandar os parabéns :P

Barulho
No mês que vem, estréia nos EUA o novo trabalho de Robert Rodriguez e Quentin Tarantino, o filme B com duas estórias “Grindhouse”. Mas o site já está no ar: www.grindhousemovie.net. A página tem jogos para matar zumbis e, no melhor estilo web 2.0 (em que os visitantes “interagem” com o site), você pode fazer cartazes de filmes (dá para usar suas fotos) e até criar trailers. O filme? Muito violento, tanto é que já está gerando polêmica. A película traz momentos singelos, como a desintegração dos genitais de Tarantino em uma sala, vítima de uma praga mortal que transforma o produtor em um zumbi e uma perna – de Tamilia Poitier, filha do ator Sydney Poitier - que é jogada pela janela de um carro.


4 comments Março 27, 2007

PT em fragmentos


Antes, Lula havia previsto um mandato “excepcional” de Collor versão Senador. Nessa semana, o presidente o recebeu numa audiência que durou quase duas horas. “Ele me recebeu com carinho e cordialidade, me deu um abraço e chegou a perguntar onde eu colocava a mesa presidencial no tempo em que estava na Presidência “, afirmou Collor. Curioso raciocínio. Também esteve no encontro Walfrido dos Mares Guia, do mesmo partido de Collor, e que vai coordenar a articulação política Governo. Vale lembrar que ambos são do PTB, mesmo partido do Roberto Jefferson. A sigla era umas das favorecidas pelo “mensalão”.
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Ainda nessa semana, Lula disse que os usineiros “estão virando heróis nacionais e mundiais”. Curioso raciocínio. Segundo a coluna de Eliana Cantanhêde, fazendo menção à socióloga Maria Aparecida de Moraes Silva (que estuda há 30 anos as condições de trabalho dos cortadores de cana), os heróis seriam outros. É aquele que sai do Nordeste e do norte de Minas para ganhar a vida cortando cana no Estado mais rico do país e corre o sério risco de ganhar o oposto: a morte. Passa boa parte do ano sem trabalho e literalmente se mata durante a safra em troca de uns R$ 2,40 por tonelada de cana cortada. E ainda custeia transporte, pensão, comida. Entre 2004 e 2005, 13 morreram “de cãibra”, o mais velho aos 55. Se isso acontece em São Paulo, imagine o que acontece em estados mais pobres? Acima de tudo, um país em que um presidente elege como heróis pessoas que praticamente escravizam outras não apenas explica a sua história de injustiça mas, com isso, sinaliza que irá perpetuar tal realidade.
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E, depois de grande debate sobre uma nova TV estatal, Franklin Martins foi escolhido para ocupar o Ministério da Comunicação Social. Ele, que no ano passado se exasperou com uma crítica de Diogo Mainardi, que o caracterizava como adesista ao governo Lula. Um ano depois, as coisas ficaram claras. Agora, a situação é até oficial. Falando nisso… TV estatal é diferente de TV Pública. Nessa última, pode ser caracterizada a BBC, que até sofre com pressão do governo britânico, mas que não sucumbe a ele. Essa TV, mais uma, que querem criar no Brasil, que Martins afirma que será autônoma, terá sua diretoria nomeada pelo Governo. Curioso raciocínio.
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O deputado Virgílio Guimarães, do PT, quer fazer a seus colegas um mimo. Segundo ele, os deputados deveriam ter o direito de receber cerca de R$ 5.000 por mês para gastar sem ter a obrigação de apresentar recibo. Segundo ele, isso seria a solução para a dificuldade de obter recibos para determinados produtos e serviços. “É o sujeito [o deputado] que pega um táxi e esquece de pedir a nota. Imagina essa situação desagradável de um deputado ter que aumentar uma nota para compensar a outra. É natural que haja uma flexibilidade”, explica Guimarães, que já tentou ser presidente da Câmara. Segundo seu raciocínio, é necessário dar mais dinheiro para o deputado para que ele não cometa crime fiscal. Curioso raciocínio.
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E a governadora petista do Pará, Ana Júlia Carepa, contratou como “assessoras especiais” sua esteticista e sua cabeleireira. Sobre isso, o jornalista Clóvis Rossi em tom irônico comentou: “Tendo cabeleireira e esteticista à mão, a governadora não precisará gastar gasolina do carro oficial para visitá-las em seus locais de trabalho. Além disso, como não perderá tempo no percurso, sua produtividade aumentará, sempre para o bem dos contribuintes, felizes de poder sustentar a estética e os cabelos da governadora.” Curioso raciocínio.
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Se o PT dá essas mostras em uma semana, o que dirá em quatro anos? Dos últimos anos, bem sabemos.
***
PS - Para quem quer saber todos os meandros dos gastos dos parlamentares, nada melhor que ler uma matéria publicada na Rolling Stone brasileira do ano passado. De longe, é nessa revista onde se encontra o melhor do jornalismo atual.


Add comment Março 24, 2007

Mínimas

Há certas coisas na propaganda que me deixam desnorteado. É o caso da propaganda do IPTU de Fortaleza. Várias pessoas agradecendo o pagamento do imposto. Esses seriam os contemplados pelo pagamento.

Seria uma beleza se fosse a propaganda do Criança Esperança, mostrando pessoas de tenra idade felizes, nas instituições que são apoiadas pela iniciativa da Globo. Mas, vem cá, fazer isso numa propaganda de imposto? Não é obrigação do cidadão pagar impostos nesse país? Ou isso é tão fora do comum que é necessário fazer loas a quem age de forma correta?

O pior é final da propaganda. Duas pessoas aparecem sambando. Sambando? Estamos em Fortaleza ou no Rio de Janeiro?

***
Cueca perfumada? Homem que é homem usa cuecas Rihomo.
***
Mulher passa o dia no motel com o amante e chama o marido para pagar a conta. O mais curioso foi a reação do marido.
***
E em homenagem a minha fase vídeo game (PS2), veja a propaganda do lançamento do Atari, no Brasil.


1 comment Março 18, 2007

Há certas coisas na propaganda que me deixam desnorteado. É o caso da propaganda do IPTU de Fortaleza. Várias pessoas agradecendo o pagamento do imposto. Esses seriam os contemplados pelo pagamento.

Seria uma beleza se fosse a propaganda do Criança Esperança, mostrando pessoas de tenra idade felizes, nas instituições que são apoiadas pela iniciativa da Globo. Mas, vem cá, fazer isso numa propaganda de imposto? Não é obrigação do cidadão pagar impostos nesse país? Ou isso é tão fora do comum que é necessário fazer loas a quem age de forma correta?

O pior é final da propaganda. Duas pessoas aparecem sambando. Sambando? Estamos em Fortaleza ou no Rio de Janeiro?

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Cueca perfumada? Homem que é homem usa cuecas Rihomo.
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Mulher passa o dia no motel com o amante e chama o marido para pagar a conta. O mais curioso foi a reação do marido.
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E em homenagem a minha fase vídeo game (PS2), veja a propaganda do lançamento do Atari, no Brasil.


1 comment Março 18, 2007

Uma terra sem leis (de copyright)

Um lugar em que seja possível a troca de arquivos digitais (filmes, músicas etc.) sem que isso seja um crime. Direito autoral? Nessa Canaã (terra prometida), isso não faria sentido. Eis Sealand (bandeira acima), lugar que o discurso da banda Metallica, por exemplo, não teria vez. Nenhum fã seria punido por consumir a música de seu artista.

Parece utópico, e realmente é. Até porque ainda não passa de uma proposta. E das mais inusitadas. Comprar um micro-país para que fosse criado uma nova nação com preceitos mais libertinos. Quem quer comprar é o site de troca Piratebay.com. E, para isso, foi criado um site para receber doações: http://buysealand.com/. O custo do país é de R$ 750 milhões de euros, e só foram coletados até agora alguns trocados.

E, antes de tentar ajudar a causa, parece que ainda não será dessa vez que deixará de ser crime o ato de ser fã nos tempos atuais, quando é bastante comum baixar arquivos pela internet. É que quem está vendendo diz que não é a micronação que está sendo comercializada, mas sim “títulos imobiliários”.

Na verdade, o Principado de Sealand é uma plataforma marítima inglesa, que foi ocupada em 1967 pelo ex-Major Paddy Roy Bates e sua família. Embora se encontre nas antigas águas territoriais britânicas, Sealand está localizada hoje em águas internacionais devido à mudança que o Reino Unido fez sobre seus limites territoriais. Nos 250 metros quadrados de Sealand vivem atualmente 24 habitantes. O local foi posto à venda depois de um incêndio ocorrido no ano passado.

[Agradeço à edição da Bizz do mês passado, que trouxe as informações sobre esse assunto.]

***

Antes não existia direito autoral como conhecemos atualmente. O artista ia onde seu público estava. Aliás, é de onde vem até hoje a maior parte do que o artista ganha financeiramente. Quer dizer, sem direitos autorais quem é apenas compositor iria ganhar mesmo. De qualquer forma, músicos que sempre defendem as gravadoras parecem querer reeditar a vassalagem, sistema social e econômico, que foi usado principalmente na Idade Média, onde um indivíduo denominado vassalo oferece ao senhor fidelidade e trabalho em troca de proteção e um lugar no sistema de produção. Até hoje poucos tiveram a coragem de Prince, que escreveu “slave” no rosto como protesto e auto-boicotou sua própria carreira lançando disco triplo, mudando de nome para um símbolo etc.

***

Será que é mesmo o Zeca Camargo? A Turma do Pânico afirma que sim. Criou até a “dança dos jornalistas”.


3 comments Março 12, 2007

Mínimas

Street Fighter 2? Mortal Kombat? Que nada, é melhor lutar com quem realmente tem poder. Nesse jogo de luta on-line, você poderá escolher Osama, Bush, o carinha do Irã etc. Ah, ainda pode escolher o Saddam.
***
E, em tempos de visita do Bush, além de dar porrada nele no site acima, exercite também o seu anti-americanismo nesse site. É algo bem altruísta: tem de bater a cara do americano no vidro.
***
No meu fotolog, uma singela homenagem às mulheres. Merece também loas a vitória do Mengo.

***
Nesse vídeo, mais briga. O Jornal Nacional foi obrigado, em 1994, a ler uma declaração de Leonel Brizola. E quem leu o texto foi o maior amigo do Mister M.



2 comments Março 8, 2007

Guitarra para dummies

Guitarra. O símbolo máximo do rock. Para muitos, a destreza no instrumento só podia ser demonstrada dedilhando guitarras imaginárias. Mas há agora outro simulacro que não apenas emula o ato de tocar, mas sim toda a carreira de uma banda: tocar em clubes pequenos, turnês, ampliar o público, conseguir patrocínio etc. E, claro, depois de uma bela apresentação, quebrar sua guitarra.

Eis o mundo de “Guitar Hero 2″. Trata-se de um jogo musical para Playstation 2, em que o jogador pressiona botões na seqüência indicada na tela, de acordo com as canções. É uma espécie de Dance Dance Revolution, só que no lugar de dançar, você verá o braço de guitarra, e notas vão descendo por ela. No nível mais fácil, apenas três botões devem ser tocados. Além da variação de dificuldade, cada nível também testa sua destreza, visto que há músicas fáceis e difíceis. Ao todo, você poderá ter de usar cinco botões para executar as notas.

Parece difícil? Na prática, é bastante fácil. E viciante. Ainda mais porque há inúmeras músicas conhecidas de grupos como Nirvana, Alice in Chains, Police, Stone Temple Pilots, Foo Fighters etc. É verdade que a maioria das canções são covers, mas que se aproximam bastante das versões conhecidas. O Primus é uma das poucas bandas a comparecer com sua versão original.
Há inúmeras formas para se jogar. Sozinho, há o modo carreira. Cada fase é representada por uma casa de shows. A medida que vai evoluindo, você tocará em lugares melhores e para mais gente. Para passar de fase, tem de “tocar bem” três de cada quatro canções.

Há também o módulo multiplayer. No Pro Face-Off, os jogadores recebem exatamente as mesmas notas, como no modo de single player. Ademais, existe a possibilidade de tocar junto com o outro jogador, de forma cooperativa. Um pode tocar a guitarra enquanto o outro fica com o baixo.

Para quem não jogou o primeiro, existe a possibilidade de utilizar a modalidade de treinamento. Para quem curte os anos 80, existem boatos que a próxima edição do jogo só terá músicas dessa década. Então, é melhor começar a treinar a partir de agora.


2 comments Março 7, 2007

Deles e de outros, certamente

Chris Martin em momento mais introspectivo

“Sou apaixonado apaixonado sou
Meu jardim da vida só quer uma flor
E pra ser a rosa desse meu jardim

Você só precisa me dizer que sim

Que você me ama e que você me quer

Que você me deixa eu te fazer mulher

Não canso de esperar

Mas a saudade ainda pode me matar”
(Flor, de Dado Dolabella, o Chris Martin brasileiro)

Admirar algum artista é aquela coisa. Se é fã, já pensam em algum seguidor da Xuxa, daqueles com cartazes precários, faixa na cabeça, desenhos no rosto e que amanhecem na porta do hotel para ver um reles aceno, que quase nunca vem. E, ao ficar sabendo que tais semi-deuses foram criticados por algo, se exasperam, taxando tudo como uma grande perseguição. Que nem torcedor de time de futebol. O time perdeu porque foi perseguido pelo juiz, há um complô contra etc.

Posto isso, digo: eu gosto do Coldplay. Claro, me irrita um pouco essa tendência da banda soar como um Airsupply moderno. Mas o grupo possui músicas muito boas. Algumas cansadas devido à alta rotação, mas ainda assim bastante relevantes.

O que anda a incomodar é o vocalista da banda, Chris Martin, que vende a imagem de bom samaritano, mas que na verdade age como um Dado Dolabella gringo (pelo menos nas declarações).

Na sua passagem pela América do Sul, o pai de Apple ficou chateado com uma pergunta feita em Buenos Aires, que comparava sua banda a Radiohead, U2 e Echo and the Bunnymen, algo que seria mais do que lisonjeiro. Ele também se mostrou contrafeito ao saber que o show do Chile, realizado dias antes, tinha recebido críticas negativas. Martin respondeu: “Isso me deprime tanto… Você pode ser a maior banda do mundo, vender 50 milhões de discos, mas apenas uma pessoa consegue te deprimir…”

Nessa altura do campeonato, ele já deveria estar acostumado com críticas. Ou então ele deve estar vivendo a doutrina Maradona: celebridade que tem um monte de assessores apenas para louvar cada feito seu. Até quando está errada. Exemplo: quando Maradona e seus “amigos” arrumaram confusão no aeroporto do Rio.

Já no Brasil, Martin, que parecia ser tão sensível dias antes, se saiu com essa numa entrevista coletiva: “Qual é a sua posição sexual preferida?”. Isso porque haviam perguntado qual o filme de sua mulher, a atriz Gwyneth Paltrow, ele mais gostava. Em outra notícia, havia a informação que o jornalista tinha perguntado se Martin poderia fazer um dueto com sua mulher. Imprecisões à parte, nenhuma das perguntas merecia tal posição do amigo de causas sociais, vegetariano e roqueiro que não fala palavrão, Chris Martin.

Se não quer dar entrevista, não dê. Mas se propõe a fazer algo, que faça com o mínimo de profissionalismo. Essa onda de celebridades mimadas já passou do ponto. Agora resta saber quem é Chris Martin, esse das declarações cortantes ou o que escreve inúmeras canções românticas? Eu prefiro o segundo. E que o primeiro faça urgentemente um media trainning.


2 comments Março 4, 2007


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