E a febre Harry Potter deve estar alcançando níveis inéditos de visibilidade até para a série. Além do sucesso do quinto filme, vem aí o último livro (se bem que, sobre essas coisas, nunca se sabe). Para quem quiser ler “Harry Potter e as relíquias da morte” ainda em inglês, algumas livrarias prometem lançar a obra ainda na sexta, ao mesmo tempo de outros países. Todavia, já há uma versão vazada na internet para download. Não se sabe se é realmente a versão verdadeira. De qualquer forma, pode-se ter acesso ao arquivo aqui e aqui. Há também uma suposta versão em fotos do livro. Se quiser saber como o livro termina, clique aqui. Já foram vendidos mais de 325 milhões de cópias dos seis primeiros livros da saga.
Em inglês
Uma das coisas mais bacanas da internet é desnudar a atividade jornalística. Uma atividade tão crítica em relação às demais atividades, mas que se auto-avalia muito pouco. Prova disso é que, no país, apenas três jornais possuem ombudsman (os ouvidores dos leitores). Com a internet, fica mais fácil ter acesso a textos divertidos como “as melhores e piores resenhas de filmes desse ano”. É em inglês, mas vale a pena. Outra boa pedida de leitura é o texto “10 artigos que todo blogueiro deveria ler”. Também em inglês.
Turismo exótico
Ao viajar, sempre encontra os mesmos roteiros turísticos de sempre? Lugares históricos, reservas naturais, museus? Pois se viajar à Inglaterra, terá uma opção diferente. Um novo mapa do país indica endereços muito inusitados, como o bar onde Ozzy Osbourne bebia no início da carreira ou o lugar em que o carro de Marc Bolan, fundador do T.Rex, morreu.
São 186 dicas de atrações listadas no site England Rocks! (www.england-rocks.co.uk), que podem ser acessadas via Internet (a página tem o visual de um jukebox dos anos 50). Os pontos estão ligados à história da música inglesa entre 1950 e 2000.
Fim de Harry Potter?
E a febre Harry Potter deve estar alcançando níveis inéditos de visibilidade até para a série. Além do sucesso do quinto filme, vem aí o último livro (se bem que, sobre essas coisas, nunca se sabe). Para quem quiser ler “Harry Potter e as relíquias da morte” ainda em inglês, algumas livrarias prometem lançar a obra ainda na sexta, ao mesmo tempo do lançamento de outros países. Todavia, já há uma versão vazada na internet para download. Não se sabe se é realmente a versão verdadeira. De qualquer forma, pode-se ter acesso ao arquivo aqui e aqui. Há também uma suposta versão em fotos do livro. Se quiser saber como o livro termina, clique aqui. Já foram vendidos mais de 325 milhões de cópias dos seis primeiros livros da saga.
Extra!
E o projeto Noise3d retornará. Pelo menos na sua versão festa. Novidades em breve aqui.
Tempos bizarros esses. Nos EUA, há uma nova moda no pedaço: Camisas pólo que levam um tiro de espingarda de sal ou chumbo antes de serem vendidas. Essas de cima saem por US$ 100. No Youtube, você pode ver o making of da fabricação do “produto”.
Como presente de aniversário, eu “me” dei o novo console Nintendo Wii. E ele foi um dos motivos d’eu estar ausente do blogue. Na batalha dos vídeo games da nova geração, ele ganha, de longe, dos demais (Xbox 360 e Playstation 3). Além de vender bem mais que os outros, as possibilidades se mostram ainda mais interessantes, como o controle em formato de volante que pode ser utilizado no “Mario Kart” e o “piso” especial para realização dos exercícios físicos do jogo “Wii Fit“. Essas e outras novidades foram reveladas durante a E3 2007, grande feira dos games. Talvez o Wii não seja o vídeo game dos mais aficionados, que provavelmente optarão pelos outros dois, já que esses ainda possuem controles cheios de botões. Ou seja, torna mais difícil realizar ações nos jogos e, com isso, os heavy users ainda podem se vangloriar dos seus feitos. Já o Wii deve ser a opção dos jogadores chamados casuais, já que possui o revolucionário controle que reconhece os movimentos do jogador.
Cacilda!
Estranhos tempos esses. Para ser celebridade, basta cair de um tronco de árvore, como foi o caso do garoto mexicano Edgard. Melhor a versão Street Fighter do vídeo. Tempos atrás, um vídeo – piloto de fuga – ficou famoso ao mostrar uma pessoa caindo da moto. Melhor fez uma apresentadora nos EUA, que rasgou o script de seu programa pois não queria tratar o assunto “Paris Hilton” como o destaque do dia.
No próximo ano estréia mais uma “sacada” de J.J. Abrams, um dos criadores de “Lost”. Trata-se do filme “Cloverfield”: um monstro gigante ataca Nova York, e todo o terror é registrado pelas próprias pessoas, através de câmeras de vídeo caseiras. Veja o trailer.
“Por acaso você errou meu nome?”
Nos EUA, a arte de soletrar é algo grande. Um dos maiores concursos é o “Spelling Bee”. Eis o ganhador desse ano numa entrevista, ao vivo, na CNN. Lacônico, fez a jornalista parecer uma pessoa bastante inepta. Eis o vídeo abaixo.
Depois do surgimento de um rapper judeu (Matisyahu), e de um albino e muçulmano (Brother Ali, que lançou recentemente “The Undisputed Truth”) o rap continua a se desdobrar e oferecer mais variantes do que apenas aquele artista com cara de mal e letras misóginas.
Há até a vertente nerd do gênero. Batizado de “geeksta rap”, seus expoentes – na maioria hackers e graduados em cursos de ciências da computação – versam sobre videogames, computadores, HQs etc. E isso tudo a sério.
Os nomes mais fortes da cena são MC Router, 20, a “primeira-dama do nerdcore”, os rappers YTcracker, Plus+ e MC Frontalot, considerado o criador do gênero.
Uma das razões de se optar pelo rap é que, ao contrário do rock, não é necessário ser sociável, estar numa banda. Pode-se fazer sozinho. Geralmente, os trabalhos são feitos em estúdios caseiros e divulgados em páginas do MySpace ou lançados em discos independentes.
Mas, apesar de amarem o rap, a cena não os ama. Os nerdcores são vistos pela vertente “tradicional” como deturpadores do gênero. Até mesmo quem faz parte do geeksta rap desdenha da cena. Há alguns que preferem o nome “chip hop”. Prova de que nerd continua sendo uma pessoa pra lá de excluída (até por seus pares).
LETRA
“Eu a conheci na
convenção de “Star Wars”/ eu
disse que ela estava
procurando por amor?/ tive
que pagar para ver, garota,
você não imagina como isso
soou/ (o cara que pesava cem
quilos com a camiseta “não
topo gordinhas” ficou
surpreso)/ pensei se ela tinha
que devolver isso, permitir,
recomeçar, renegar o que
tinha ouvido/ ela disse, quero
algum cara aqui que venha de
uma caverna onde você
controle o medo e eu
conquiste o lado da força que
você escolher/ há algum
homem assim aqui -você?”
YELLOW LASER, de MC Frontalot
Help-me!
Com a estréia ontem de “Harry Potter e a Ordem da Fênix” e, no dia 20, de “Transformers”, intesifica-se o período de terror para quem gosta de cinema, mas fica atemorizado de enfrentar as filas quilométricas nos multiplex em busca das películas juvenis. Nunca entendi porque uma pessoa, que nada tem a ver com esse tipo de filme, tem de enfrentar tais filas gigantes. Porque não optar pela tática das lojas, em que há filas especiais para quem está levando pouco produto? Para quem não está interessado em blockbusters, uma fila única seria ideal. Ou, no mínimo, distribuição de senhas.
Problemas em outra ilha
No próximo ano estréia mais uma “sacada” de J.J. Abrams, um dos criadores de “Lost”. Trata-se do filme “Cloverfield”: um monstro gigante ataca Nova York, e todo o terror é registrado pelas próprias pessoas, através de câmeras de vídeo caseiras. Veja o trailer abaixo.
Smashing Pumpkins - Tarantula
A música é muito boa, mas o vídeo não faz jus à tradição de excelente clipes da banda. E o novo disco da banda, “Zeitgeist”, saiu na última terça, dia 10 (meu aniversário!), nos EUA.
Springield?
E na batalha entre as diversas Springield dos EUA (14 cidades, ao todo), a que se sagrou campeã foi a do estado de Vermont. Com isso, conquista o direito de receber a estréia do filme dos Simpsons, com lançamento oficial para o final desse mês.
Wii Revolution
E na batalha dos consoles da nova geração, o Nintendo Wii ganha, de longe, dos demais (Xbox 360 e Playstation 3). Além de vender bem mais que os outros, as possibilidades se mostram ainda mais interessantes, como o controle em formato de volante que pode ser utilizado no “Mario Kart” e o “piso” especial para realização de exercícios físicos do jogo “Wii Fit“. Essas e outras novidades foram reveladas durante a E3 2007, grande feira dos games . Talvez o Wii não seja o vídeo game dos mais aficionados, que provavelmente optarão pelos outros dois, já que esses ainda possuem controles cheios de botões. Ou seja, torna mais difícil realizar ações nos jogos e, com isso, os heavy users ainda podem se vangloriar dos seus feitos. Já o Wii deve ser a opção dos jogadores chamados casuais, já que possui o revolucionário controles que reconhece os movimentos do jogador.
Alanis Morissette ataca de gostosa e faz uma versão de “My Humps”, do Black Eye Pears. O som é calminho, mas o vídeo não nega suas origens. No Youtube, há também uma versão metal de “Livin la vida loca”, do Ricky Martin.
Noise 3D Club
13/11/2004
30/06/2007
“Dead disco
Dead funk
Dead rock and roll”
(“Dead disco”, Metric)
Hoje, Ruy Castro escreveu um texto intitulado “Sem celular” (acesso exclusivo para assinantes do UOL). Eis um trecho: “Dentro de um mês, haverá um telefone celular para cada duas pessoas na Terra. Pelos cálculos, serão 3,3 bilhões de aparelhos para 6,6 bilhões de pessoas. Parece, mas não é -ainda- o fim dos tempos. Significa que, de cada duas pessoas no planeta, restará uma que não sente ânsias de se comunicar o tempo todo, que não aceita ficar disponível 24 horas [...] Essa pessoa ainda valoriza o ato de falar ao telefone, usando-o apenas quando tem algo prazeroso ou inadiável a dizer. E valoriza, sobretudo, o ato de não falar ao telefone.” O texto é dele, mas esse sou eu. Ele conclui: “Não me entendam mal, sou a favor do celular. Apenas me pergunto o que a turma tanto fala ao telefone. Do tambor ao computador, o ser humano sempre inventou meios para trocar mensagens. Mas, pelas amostras que recolho de ouvido nas ruas, fala-se ao celular apenas porque ele está à mão. Marshall McLuhan acertou na pinta: o meio é a mensagem. Temo que, um dia, exceto por Caetano Veloso e Vera Fischer, eu seja a única pessoa das minhas relações a não ter celular.”
“Dead disco
Dead funk
Dead rock and roll”
(“Dead disco”, Metric)
A difícil arte de dizer adeus
E o grupo The Verve anuncia seu retorno. Na verdade, mais um. Da outra vez, lançaram o excelente disco “Urban Hymns”, de músicas como “Bitter Sweet Symphony”. Richard Ashcrof tem talento (seu último disco solo é bem bom), mas tem um gênio… / A revista Bizz, parece, foi para o saco. Pega no pé do grupo Los Hermanos nessa última edição, mas acaba indo embora sem dizer adeus. Pelo menos o grupo foi mais educado / A quem possa interessar: as Spice Girls também vão voltar. / Já a volta do Led Zeppelin não passou de boato.
We Hate It When Our Friends Become Successful
Falei acima de Richard Ashcrof, o “gênio” atormentado do Verve. Na história do rock, há vários exemplos. Sem falar dos que não conseguiram a sonhada notoriedade. Em 2003, foi lançado o filme “Dig!”, documentário que mostra de forma eficiente os percalços do sucesso/fracasso. Por sete anos, cineastas acompanharam a história das bandas Brian Jonestown Massacre e Dandy Warhols. O último conseguiu um lugar ao sol. Mesmo que discreto. Canções como “Bohemian Like You” e “We Used To Be Friends” são tocadas nas festas alternativas. No começo, as bandas são próximas, nutrindo admiração mútua. No entanto, enquanto o Dandy Warhols vai começando a ser conhecido (apesar do fracasso do primeiro álbum por uma grande gravadora), o Brian Jonestown Massacre, liderado pelo déspota Anton Newcombe, vai se tornando um poço de ressentimento. Se auto-boicotando diversas vezes (chegam a brigar num show fechado que era para apresentar o grupo para as gravadoras), a banda de Anton vai ficando para trás. Anton, visto como grande talento de sua geração mas que não estoura, chega a compor uma canção ironizando o Dandy Warhols, “Not If You Were The Last Dandy On Earth”. Com o tempo, o DW vai se afastando dos seus outrora amigos, mas a admiração ainda continua. Nunca os versos de Morrissey, que dão título a essa nota, foram tão verdadeiros. Para quem quiser conhecer o grupo Brian Jonestown Massacre, há uma coletânea: “Tepid Peppermint Wonderland: A Retrospective”.
Abaixo, primeiras imagens do popular jogo “Guitar Hero 3”, a ser lançando ainda neste ano.
Louder!
Os mais puristas vivem a dizer que a qualidade do som atual das músicas deixa muito a desejar ao de outrora. Na prática, são perdidos os detalhes da canção. Esse vídeo, em inglês, explica sucintamente a questão.