Posts filed under 'Fortaleza'

London Burning


Add comment Janeiro 22, 2008

Let’s break the night with color


Add comment Janeiro 11, 2008

Let’s break the night with colour

Folia alencarina
Quer curtir o pré-carnaval em Fortaleza? Então leia essa matéria. Veja a programação do CONCENTRA, MAS NÃO SAI; BANDA DO PERIQUITO DA MADAME; CARNAVAL DO BUONO AMICI´S etc.

Mais…
Destaques da semana, como Montage (festa Panic Attack - New Rave Party, que acontece no Clube do Advogado, em frente à Praça no Ferreira, no Centro) e Air Supply (10/01) em Fortaleza. Ah, também começa o II Festival BNB do Rock-Cordel.


Add comment Janeiro 4, 2008

Shall We Dance?

Para quem não sabe, o último aí sou eu.


Add comment Dezembro 11, 2007

Em outros tempos…

Vídeo da Cia Melhores do Mundo

Mais vídeos
Assalto do Iguatemi, vulgo antiga salina.

Mínimas

Em tempos de vazamento do filme “Tropa de Elite”, antes mesmo do seu lançamento (que foi adiantado), vale a pela ler esse exto intitulado The Anatomy of An Album Leak / Madonna é indicada ao Hall da Fama do rock / Bob Dylan lança antologia com ajuda de fãs internautas

Citação
“Somos o que somos e o que imaginamos ou desejaríamos ser.” (JOSÉ GERALDO COUTO)


Add comment Novembro 8, 2007

Maravilhas da sétima arte


O cine Benfica é o melhor cinema da cidade. Claro, há o lado mercadológico de exibir filmes como o da Xuxa. As acomodações também não são as melhores: é quente e os assentos não são muito limpos. Mas do ponto de vista artístico, ele é imbatível. Suas mostras… Já teve a mostra Jacques Tati, Woody Allen… Agora, o cine Benfica começa um projeto ambiciono, que vai durar até julho. Trata-se da Mostra Hitchcock. Não precisa dizer mais nada.
***
Muitas pessoas dizem que em Fortaleza não há opções de lazer de qualidade. Que há poucos lugares para se ir e blábláblá. Decerto a capital cearense não oferece as mesmas opções que São Paulo, mas também o quadro não é tão negro assim. Um exemplo: fui assistir “A Rosa Púrpura do Cairo”, na mostra Woody Allen. Um filmaço na tela e menos de dez pessoas na platéia. Isso já diz tudo.
***
Ah, e os preços também são bem convidativos.


Add comment Fevereiro 15, 2004

That 80’s Party

“Last night a D.J. saved my life
Last night a D.J. saved my life from a broken heart.
Last night a D.J. saved my life
Last night a D.J. saved my life with a song”

(“Last Night A DJ Saved My Life”, Indeep)

Há pessoas que saem para verem e serem vistas. Que não importa o tipo de som, o que vale é o local, sobretudo os lugares do “momento”. E as tribos forçadas vão se formando, mesmo com os tipos mais distintos entre si. Com o tempo, muda-se a moda, mas não mudam as pessoas. Isso fica realçado em Fortaleza porque há sempre o local do momento, que não dura nem seis meses (quantas discotecas acabaram ou mudaram de nome nos últimos tempos?). Há três anos era raro encontrar um admirador de reggae por aqui. Hoje há várias noites que só tocam isso, programas de rádio…
***

Há também os que gostam apenas de um tipo de som e não gostam de se misturar. A maioria tecendo comentários jocosos sobre o outro grupo. Há a galera do metal, do hip hop, forrozeiros, cults etc.

***

Mas engana-se quem acha que é “babaca” apenas quem freqüenta clubes como o Siqueira. Não gosto de forró, mas acho muito mais ridícula a postura dos pretensos “cults”, que fazem questão de escutar grupos desconhecidos, músicas sinistras… Eu confesso que gosto de muitas coisas “lado b”, mas certas festas em Fortaleza são chatas de doer por investirem apenas em sons desconhecidos. Essa postura é muito mais nociva, posto que se vê de forma intelectualizada. Entretanto, acaba consumindo tudo o que é de fora sem qualquer tipo de filtro, sendo vítima do que é tratado como “a banda do ano”, “o som do ano” etc… Já falei sobre isso, mas em Fortaleza (e creio que no Brasil como um todo) se dá um valor desmedido a tudo que é estrangeiro, principalmente musicalmente. O punk daqui é muito mais punk que o inglês (onde o estilo ganhou sua roupagem definitiva, aliás). O ‘electro” é muito incensado, mesmo já chegando “morto” por aqui.
***

Já falei inúmeras vezes que aqui há poucos espaços que podem ser considerados boas discotecas. Não há ar-condicionado, as pessoas tem de lutar pelo ventilador, o atendimento é ruim, há pouca diversidade mas… Fazer o que? Morrer de lamúrias e não se divertir? Melhor é curtir, até porque o que garante a qualidade da festa, no final das contas, é a música.

***

Por isso iniciar esse texto com “Last Night A DJ Saved My Life”, do Indeep. Canção que resume o valor da música, da verdadeira diversão. Sem fazer tipos, só aproveitar, cantar a melodia e dançar. Mas dançar não para se exibir, mas sim para se divertir. Passar um filme na sua cabeça durante aquela música, expurgar sentimos ruins durante uma certa canção… E isso tudo como se ninguém estivesse olhando, como se estivesse dançando no chuveiro. E isso é possível na That 80’s Party. Que noite. Faltou você, Germano. A sorte é que a festa será mensal. Ei, Marquinhos, por favor, atenda o meu pedido para que a próxima festa “anos 80” seja no dia 10 (meu aniversário). Seria uma comemoração e tanto para mim.

***

Inúmeras vezes falei que se o Ritz continuasse com a empáfia de tocar coisas mais para o umbigo dos DJs do que para o público o fim seria inevitável. Como até relatei aqui, já fui a festas por lá que estavam tão vazias que até um cachorro apareceu dentro da discoteca. Mas agora, como o seu fim decretado, me sinto como os versos do poema “À Espera dos Bárbaros” , de Konstantinos Kaváfis: “E agora, que será de nós sem bárbaros? Essa gente, apesar de tudo, era uma solução”.


Add comment Fevereiro 15, 2004


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